sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Através de uma mulher

Opaopa! Buenas!

A retórica de hoje será falar um pouco sobre a procura da plenitude. A procura da felicidade através de uma companheira. Através das mulheres.

Mas antes de prosear aqui, quero antecipar as mentes mais simplistas (como a das mulheres, provarei isso mais a frente) que essa procura incansável e imensurável não se trata somente de conquistas de corações femininos. Trata-se, sim do conhecimento descoberto através de um estudo antropológico cuidadosamente planejado, através de pesquisas de contato e conversação. Resumindo, através de amizades também. Nossa, quanta bobagem num lugar só, meu Deus!

Como diria a bruxa do Picapau... e lá vamos nós!

Bom, já proseei muito sobre o que seria plenitude com muitos companheiros navegantes (salve J.), questionando o conceito, questionando a existência. E consegui constatar o obvio, que a plenitude de cada, situa-se onde seu coração descobre a fé e sua alma ganha conforto. Nos ombros de alguém.

Tomem nota que a plenitude não está em fazer aquilo que se gosta ou que lhe faz bem, ou até mesmo aquilo que nos dá momentos de prazer. Sim, momentos de prazer, aqueles momentos que você costuma dizer que se o mundo explodisse naquele segundo você morreria feliz. Quem já não soltou uma assim?

A plenitude surgi quando algo começa a lhe fazer sentido, seus caminhos começam a se desenhar com clareza e você consegue vislumbrar uma meta ou um objetivo final.

Percebam, não são segundos, momentos, fases ou dias. Necessita-se de uma pequena dose de esforço e um certo planejamento para ser pleno.

Bom, cheguei aonde quero. Consegues caminhar sozinho por muito tempo? Consegues se alimentar sozinho por muito tempo? Consegues viver sozinho por muito tempo? Sem hipocrisia. Responda! Consegues? Consegues viver de despertares silenciosos? Sem o sussurro nos ouvidos. Consegues viver de surtos de adrenalina?

Muitos dizem que aquilo que não se tem não se consegue perceber a sua falta. Mas muitos também reconhecem que aquilo que não se vive, deixa lacunas a serem preenchidas. Espaços valiosos que acabam por ser preenchidos por surtos, que nos levam a outros surtos de vazio e solidão.

A de se convir que doses homeopáticas de adrenalina despertam emoções que não se repetem com muita freqüência em nossos corações. Mas a de reconhecer também que não se pode navegar o tempo todo ao vento. Precisaremos de um leme e uma vela para nos direcionar mais cedo ou mais tarde.

E quem melhor para nos compreender, para nos levar, do que aquela que consegue chegar ao lugar mais profundo, movimentar nossas emoções com tamanha facilidade e destreza (as mulheres podem ser comparadas com uma boa música que consegue nos transportar da realidade para um lugar muito melhor). Aquela que desperta e ameniza nossos batimentos cardíacos somente com olhares, um tocar de seus dedos ou um sussurro em nossos ouvidos. Sim, as mulheres, seres dotados com nossos opostos, criados para nos preencher, nos estufar de emoções e sentimentos.

A procura pela plenitude chegará a fim quando você atingi-la e conseguir mostrar a alguém que ela, a plenitude, faz sentido pra você. E quem estará ao seu lado para melhor compreender aquilo que sentes? Sua mãe? Seu pai? Amigos? Não! Seu filho criado com avós! Todos estes já estão preenchidos até a tampa de emoções próprias e condizentes com seus caminhos.

Será a vez dela, a mulher, a sua oposta que lhe mostrará que aquele momento é a sua felicidade total, sua plenitude. Que tudo faz só sentido pra você através dela. Ela o completará. Não lhe faltará nada.



Digo, não perca tempo e descubra o caminho da plenitude o mais rápido que conseguir. Vasculhe tudo! Todos os locais! Bares, festas, igrejas, terreiros, puteiros ou aonde mais sinta que pode encontrar sua oposta. Mas não perca tempo e não tenha medo. O caminho da Procura também é muito prazeroso. Ser feliz é pra ontem (salve J.)!

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