segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Você conhece a mágica do lápis?

Olá amigos mágicos, espero poder, de alguma forma contribuir com este espaço de discussão e mostra de textos para parceiros mágicos. A partir de hoje, você descobrirá como é feita "a mágica do lápis".

Você conhece a mágica do lápis?

4 comentários:

  1. O dia está chuvoso e isso reflete um pouco de alma! Alma de louco, um caos em si mesmo! A representação exata do que é cinza em cada um! Mas esses dias chuviscosos lavam o chão, os postes, os bichos! Em nós Tem que lavar a alma! Limpar o palco da mente, mexer com as fundações dos pensamentos prontos a ponto de remove-los para dar espaço a novos brotos de sentidos!
    Dia chuviscoso! Dia Bom para lavar o chão da cabeça onde vive tudo que é tipo de fantasias, loucuras e realidades.
    Jean P.
    15/12/2008

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  2. Ainda não conheço a mágica do lápis, espero que seja boa ein!

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  3. Minha mente ecoa num oceano de idéias infundadas, cheio de sonhos e frustrações, pesadelos doces e sonhos de fel. Minha vida escoa para onde o passado não importa, mas o futuro resplandece de maneira significativa. Minhas palavras já não possuem mais tanta importância como outrora, mas continuo as proferindo sem demora e o temor de omitir-se faz com que idéias ainda não tão claras se tornem palavras obscuras.
    Cenas são passadas diante de meus olhos, momentos de eterno estase se passam diante de meus olhos em segundos, pois a vida é um filme que já foi vivido de várias formas. Erros são compartilhados e acertos divididos em diversas partes e as nuances é que tornam os momentos eternos.
    Entrando pela porta estreita é que se pode perceber o grande salão que é a vida, pois só quem enfrenta a adversidade é capaz de aprender com ela. Sinto pena dos covardes que não enfrentam a ardilosa vida na partida de xadrez que ela propõe, pois ela pode ser a mais bela meta a ser alcançada pelo ser humano.
    De várias formas os sentimentos são o ponto central deste palco chamado vida, o picadeiro onde nos tornamos atores interpretando a nós mesmos, pois que ser é capaz de ser a si próprio no teatro da vida? De várias formas somos levados a sermos outras pessoas, quando não criaturas selvagens e cheias de profundos e levianos instintos.
    Quem é capaz de conhecer a si mesmo e ao menos a outrem sem experimentar o ardor da paixão e da traição? O que nos torna capaz de distinguir o certo do errado, sendo os mesmos padrões paradoxais ao que nós chamamos de “cultura”. Todas as minhas enlameadas palavras te fazem sentido? Parabéns você então é humano e cheio de erros como eu. Obrigado!

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